de promessas santas
buscndo algo que ja tem
Minha anciedade insistente
pelo que nao tenho
Te quero, e me queres tambem
e no rompante de intento,
faço afungenta-la
Como paz regenerada
de regimes belicos
ou
a total desordem
de guerras de travesseiros.
Nao me rotule, nao me demarca
E nao a coloco sob meus julgamentos singulares
Voce ficou de ligar
e o Sol voou razante a fim de me bombardiar
Diga que é bobagem ou
chame de exagero
-(faça disso o que quiser, é um presente que te dou)-
É uma incrivel auto-sabotagem
simples desespero
de não se perder em sí,
como eu, em você
Sao falsas juras à promessas santas (...)
Que se calam no tempo,
como o ouro e o lamento
E como bom sujeito,
cumpro pena na madrugada
quando nada é imoral
Às juras e promessas
ficam o desejo,
feito panela de pressão
...transborda porão...
Duas pessoas na verdade são dois mundos
e fica sempre o medo da solidão.
PS.: A noite foi um desespero de esperar, rasgando farois adentro, vindos da contra-mao,
sussurros do motor, queimando galões, acelerando alto pensamento nas curvas e buchanas.
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