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27 de janeiro de 2012

On the Porch

(Ao ler esse texto, acesse tbm os links, são as musicas citadas.Muito bom!!!)
no fones vermelho bluetooth,
Um Marlboro aceso
sendo levado frenetico
à boca seca

Na frente tela azul
a me conectar
e os passos da rua morta ao lado
sob leve suspiro amarelo
dos postes a fazer minha sombra esconder as letras

Segue o tempo, 
sereno leve sob Trampled Rose 
fazendo girar Passini
no vago pensamento
preso como um nó
do peito ao resto 
a saudade que me corta,

o cigarro se dá por vencido
como o fim da musica,
consumado como os tragos do corpo,
em leito esmaecido,
o barulho longe
de falsos motores
e o telefone que não ousa chamar

É tarde, é relento,
a rua vazia
 e a cidade que dorme,
no ouvido inflama Four Stick 
com notas colossais,
a tela continua inerte
(sem conexão-azul-)

o tempo passa,
finjo não ligar, 
o telefone a postos e chaves no bolso
a estrada convidativa 
como trago de Buchanas,
a caneta faz-se deslizar 
sobre o oficio onde largo minha alma,
que na pela deixou de ser a muito tempo
(um suspiro)
breve devaneio
quase torpe
se não fosse a decisão de esperar

Great Spirit, feliz coincidencia
Um silencio quase sepulcral,
se não os rugidos dos falsos motores

Onde você está
Aquela menina por quem me apaixonei
A boca sedenta, a pela morta
Uma expectativa alta pra noite findar

hello stranger
My phone rings nonstop,
never got it, I do not understand ... never was you
On a street corner in his hometown
God help us
My phone rings, across the street, I can not see you
made cookie strips, made of paper strips
inserts in weekly
play the music, my thoughts to fly above the floor.
Give my love, give me back all your love
hi stranger
the world opened up before your feet
creeping under dark fog,
late at night our eyes shining. And never say goodbye ... It's a God help us all
in the corners of the city
My phone rings incessantly, was never to call you.

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